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Análise do GL.iNet Comet Pro: redefinir o controlo KVM remoto

O GL.iNet Comet Pro (GL-RM10) em ação, ligado ao meu telemóvel 4G para partilha de ligação.

O GL.iNet Comet Pro (GL-RM10) em ação, ligado ao meu telemóvel 4G para partilha de ligação.

Imagine estar a quilómetros do seu PC e precisar subitamente de ajustar as definições do BIOS ou instalar um sistema operativo de raiz. Ferramentas como o TeamViewer ou o AnyDesk não ajudam nesta situação, pois só funcionam depois de o sistema operativo arrancar. É aqui que o GL.iNet Comet Pro (GL-RM10) entra em ação.

O GL.iNet Comet Pro (GL-RM10) a trabalhar. Um servidor multimédia 4U montado à medida, num local remoto, sem suporte para IPMI, iDrac ou iLO.

O GL.iNet Comet Pro (GL-RM10) a trabalhar. Um servidor multimédia 4U montado à medida, num local remoto, sem suporte para IPMI, iDrac ou iLO.

A história deste dispositivo começou com o Comet (GL-RM1), um KVM remoto compacto que rapidamente conquistou seguidores fiéis. O seu sucesso abriu caminho ao Come PoE (GL-RM1PE), com suporte para PoE. Agora, o Comet Pro (GL-RM10) leva o conceito ainda mais longe. Lançado no Kickstarter, oferece controlo completo de um sistema desde o momento em que está desligado, facilitando reparações remotas, instalações de sistemas operativos e ajustes do BIOS. Com uma interface mais depurada, configuração mais rápida e conectividade alargada, é o Comet mais aperfeiçoado e capaz até à data.

Se é técnico de TI em constante movimento, entusiasta de laboratórios domésticos, trabalha a quilómetros de casa ou administra sistemas e está farto de transportar meio escritório só para reparar uma máquina, este pequeno e potente dispositivo pode muito bem tornar-se a sua nova ferramenta favorita. Se reconhece alguma destas situações, prepare-se e continue a ler.

Um ecrã de início de sessão personalizado na minha versão beta do GL-iNet Comet Pro (GL-RM10).

Um ecrã de início de sessão personalizado na minha versão beta do GL-iNet Comet Pro (GL-RM10).

O que é e porque é importante

O Comet Pro aproxima a conveniência do controlo. Ao funcionar como uma consola remota para o dispositivo de destino, proporciona acesso completo ao teclado, vídeo e rato a partir de qualquer lugar, quer esteja do outro lado da sala ou do país. Ao contrário das ferramentas remotas baseadas em software, esta solução de hardware oferece acesso direto ao nível do BIOS, permitindo gerir instalações de sistemas operativos, recuperar sistemas avariados, ajustar definições de firmware ou até efetuar um arranque a frio completo à distância.

Acessórios opcionais: placa ATX e Fingerbot

Embora o Comet Pro já permita visualizar o BIOS e proporcione controlo KVM completo, a GL.iNet oferece dois acessórios opcionais que levam a gestão remota ainda mais longe: a ATX Control Board e o Fingerbot. Têm finalidades diferentes e, dependendo da configuração, podem transformar o Comet Pro de um visualizador remoto numa verdadeira ferramenta de operação remota.

Placa ATX – Controlo remoto da alimentação & da reinicialização (da forma correta)

A placa ATX é, essencialmente, um pequeno módulo que se liga diretamente aos conectores da motherboard do servidor ou PC, os mesmos pinos utilizados pelos botões físicos de ligar/desligar e reinicializar. Uma vez ligada, permite ao Comet Pro efetuar:

  • Ligação e desligamento completos
  • Reinicializações forçadas
  • Encerramentos forçados
  • Arranques a frio, mesmo quando o sistema operativo não responde de todo
Placa ATX da GL.iNet

Placa ATX da GL.iNet

É uma melhoria enorme, porque, sem um controlador ATX, o Comet Pro pode mostrar os ecrãs do BIOS e do sistema operativo, mas não consegue ligar ou desligar fisicamente a máquina se esta bloquear. Em centros de dados ou laboratórios domésticos remotos, poder desligar e voltar a ligar o sistema sem intervenção humana vale ouro.

Essencialmente, oferece uma das funcionalidades mais importantes dos sistemas empresariais de gestão fora de banda, como o iDRAC ou o IPMI: controlo da alimentação ao nível do hardware, sem comprar hardware de servidor dispendioso.

Exemplo de utilização:

O seu nó Proxmox ou equipamento TruNAS está noutro local e bloqueia durante uma atualização. Normalmente, precisaria de alguém no local para carregar no botão de alimentação. Com a placa ATX, pode:

1. Cortar a alimentação

2. Voltar a ligar

3. Aceder diretamente ao BIOS ou ao gestor de arranque através da interface do Comet Pro

Isto é verdadeira gestão remota completa.

Fingerbot – Acionador universal de botões físicos

Se o servidor ou PC não permitir aceder aos conectores do painel frontal, se estiver a lidar com um sistema pré-montado, um NAS ou um mini-PC sem acesso aos pinos da motherboard, ou até com portáteis… a GL.iNet inclui uma alternativa surpreendentemente engenhosa: o Fingerbot.

O Fingerbot é um minúsculo atuador robótico que carrega fisicamente no botão de alimentação por si. Fixa-se com adesivo 3M e emparelha com o Comet Pro, permitindo:

  • Ligar remotamente
  • Efetuar reinicializações forçadas à distância
  • Efetuar pressões prolongadas (úteis em sistemas com um comportamento de alimentação específico)
GL.iNet Fingerbot (FGB-01)

GL.iNet Fingerbot (FGB-01)

Não é tão elegante como utilizar a placa ATX, mas funciona em qualquer equipamento com um botão físico.

Exemplo de utilização:

Um mini-PC escondido atrás de um bastidor, sem acesso aos conectores da motherboard. Pode fixar um Fingerbot junto ao botão de alimentação, emparelhá-lo com o Comet Pro e, de repente, acrescentou controlo remoto da alimentação a um dispositivo que nunca foi concebido para isso.

Pense nele como o «IPMI para literalmente qualquer equipamento com um botão».

Porque são estes acessórios importantes para o seu servidor

O vídeo fora de banda é apenas metade da equação. Para reproduzir verdadeiramente o que o iDRAC, o IPMI ou o iLO oferecem, precisa de um controlo remoto da alimentação fiável, e é precisamente isso que estes acessórios proporcionam:

  • Placa ATX: Integração direta e simples em servidores e equipamentos de laboratório doméstico adequados.
  • Fingerbot: Uma alternativa universal para sistemas cujo hardware não pode modificar ou aos quais não consegue aceder aos conectores internos.

Ao combinar estes acessórios com o vídeo remoto, o USB virtual, a conectividade Tailscale e o acesso ao BIOS do Comet Pro, pode transformar praticamente qualquer máquina num servidor gerível remotamente, mesmo que esteja do outro lado do país.

Se já trabalhou com Dell iDRAC, Supermicro IPMI ou HPE iLO, conhece o valor de uma verdadeira gestão fora de banda: controlo total de um sistema, independentemente do estado do sistema operativo, mesmo quando está bloqueado, falhou ou se recusa a arrancar. A desvantagem é que estas funcionalidades estão normalmente reservadas a hardware empresarial e a preços elevados.

Um servidor Dell montado em bastidor, com funcionalidade iDRAC fora de banda.

Um servidor Dell montado em bastidor, com funcionalidade iDRAC fora de banda.

É aqui que o Comet Pro se destaca. Proporciona capacidades semelhantes às do iDRAC/IPMI a dispositivos que nunca foram concebidos para isso, oferecendo a laboratórios domésticos, pequenas empresas e serviços de suporte de TI remoto uma alternativa potente e acessível.

O Comet Pro permanentemente ligado ao meu servidor PROXMOX VE Baremetal.

O Comet Pro permanentemente ligado ao meu servidor PROXMOX VE Baremetal.

Conectividade e configuração

Configurar o Comet Pro é agradavelmente simples. Liga-se ao sistema de destino através de uma porta USB para controlo e alimentação, enquanto as opções de rede incluem Gigabit Ethernet e Wi-Fi 6. Não existe porta 2.5G, mas, para tarefas KVM, Gigabit é mais do que suficiente.

Esta configuração dá-lhe a flexibilidade de controlar os seus sistemas localmente, dentro da LAN, ou remotamente através da nuvem.

Porque continua o KVM remoto por hardware a superar o RDP

É aqui que o Comet Pro brilha. Os KVMs por software, como o TeamViewer, o Chrome Remote Desktop ou o AnyDesk, só funcionam quando o sistema operativo está a funcionar; o mesmo se aplica ao Windows RDP ou ao Parsec. No momento em que o sistema falha, bloqueia ou não arranca, deixam de servir.

O Comet Pro, por outro lado, funciona independentemente do sistema operativo do computador. Pode visualizar os ecrãs do BIOS, alterar a ordem de arranque ou reinstalar sistemas operativos à distância, mesmo que o PC esteja completamente desligado.

Para profissionais de TI que gerem servidores remotos, dispositivos NAS montados por si, como UnRaid ou TruNAS, nós ou clusters Proxmox, ou para entusiastas que apenas gerem o seu laboratório doméstico, isto muda completamente as possibilidades.

O Comet Pro colocado de forma prática numa prateleira do meu laboratório doméstico improvisado.

O Comet Pro colocado de forma prática numa prateleira do meu laboratório doméstico improvisado.

O que tem no interior

Com apenas 170 gramas, o Comet Pro é compacto e portátil. Integra um CPU ARM Cortex-A53 de quatro núcleos com 1 GB de RAM… modesto, mas eficiente para tarefas de codificação de vídeo em tempo real e transmissão pela rede.

O armazenamento eMMC de 32 GB permite carregar imagens ISO para instalar sistemas operativos de arranque, montar unidades virtuais ou guardar ferramentas de diagnóstico. Embora as velocidades de escrita (23–29 MB/s) não sejam extremamente rápidas, são consistentes e fiáveis.

Gostaria que permitisse expandir o armazenamento através de microSD ou USB, pois isso simplificaria a gestão de vários ficheiros ISO em viagem.

*Nota do editor: A versão 1.7 do firmware já permite expandir o armazenamento através de USB.

Seguem-se as especificações completas do site da GL-iNet:

Especificações técnicas

Sistema operativo Linux 6.1
CPU ARM Cortex-A53 de quatro núcleos
Memória / Armazenamento DDR3L 1GB / 32GB eMMC
Ecrã 2.22 inch, ecrã tátil
Protocolo Wi-Fi IEEE 802.11 a/b/g/n/ac/ax
Velocidade Wi-Fi 286Mbps (2.4GHz), 286Mbps (5GHz)
Antenas 1 x antena Wi-Fi interna
Resolução 4K@30FPS
Interface 1x USB Type-C para teclado e rato
1x porta Gigabit Ethernet
1x HD In
1x HD Out
1x USB 2.0 Type-A
Entrada de alimentação 1x entrada USB Type-C: 5V/2A, compatível com PD
Dimensões / Peso 93 x 84 x 47 mm / 170g (3.7 x 3.3 x 1.85 inch)

Alimentação, temperatura e design de E/S

Pode alimentar o Comet Pro com o adaptador de alimentação de 10W incluído ou diretamente a partir da porta USB do dispositivo de destino (5V). O consumo de energia mantém-se baixo: cerca de 1.5–2.5W em repouso e até 4.5W sob carga.

No entanto, se optar por alimentá-lo através da porta USB do dispositivo de destino, tenha atenção a uma possível limitação: quando o PC está desligado ou em determinados estados de suspensão (S3 ou S4), as portas USB podem deixar de fornecer energia, consoante a configuração de alimentação da motherboard.

Se a porta USB deixar de fornecer energia nesses estados, o Comet Pro também ficará sem alimentação, o que significa que não poderá reativar o sistema remotamente. Para evitar esta situação, certifique-se de que a alimentação USB em espera (por vezes identificada como «USB charging in sleep mode» ou «ErP disabled») está ativada nas definições do BIOS/UEFI.

Em testes prolongados, as temperaturas de superfície atingiram um pico de cerca de 45-50°C após 24 horas de funcionamento contínuo, sem redução de desempenho percetível.

As portas HDMI de tamanho normal (entrada e saída) dispensam adaptadores, e os acessórios incluídos — cabo HDMI, USB-A para USB-C, USB-C para USB-C e cabo Ethernet — permitem começar a utilizar o dispositivo assim que o retira da caixa.

Ecrã tátil LCD

Ecrã tátil LCD

LCD tátil

Uma das funcionalidades de destaque é o ecrã tátil LCD integrado. A configuração é intuitiva. Pode ligar-se ao Wi-Fi, gerir as definições do dispositivo ou monitorizar o estado da ligação diretamente no ecrã. Ao início, pensei que era um mero chamariz, mas, depois de conhecer melhor o dispositivo, percebi como será útil no meu caso.

Permite até definir um PIN local, dando-lhe controlo do acesso físico antes de iniciar qualquer sessão remota. Esta abordagem de segurança que dá prioridade ao acesso local acrescenta uma camada de proteção, especialmente útil em ambientes partilhados.

Segurança e integração com Tailscale

Para um acesso remoto seguro, o Comet Pro suporta proteção por palavra-passe, 2FA e controlo de acesso local.

Mas há mais… inclui integração nativa com Tailscale.

Pode ligar o dispositivo à sua VPN mesh Tailscale existente, permitindo acesso privado e encriptado sem abrir portas nem depender de serviços de retransmissão de terceiros. Para utilizadores de laboratórios domésticos ou administradores de TI que já utilizam Tailscale, é uma grande vantagem.

Após iniciar sessão, somos recebidos por uma interface web de alta qualidade.

Após iniciar sessão, somos recebidos por uma interface web de alta qualidade.

Experiência de software

Durante os meus testes, o Comet Pro utilizava a versão 1.6 (Beta) do firmware, e as aplicações cliente para Windows funcionaram de forma fiável, sem atrasos nem interrupções percetíveis. Atualmente, não existe um cliente dedicado para Linux, mas a interface web compensa facilmente essa ausência, oferecendo os mesmos controlos de vídeo, áudio e macros de teclado ao nível do BIOS.

Pessoalmente, prefiro utilizar a interface web. Não requer instalação, carrega rapidamente e responde tão bem como as aplicações nativas. A funcionalidade e os tempos de resposta são praticamente idênticos, pelo que a escolha depende do que lhe for mais conveniente.

Pode ajustar a resolução de vídeo em tempo real, alterar a qualidade da transmissão e até utilizar atalhos de teclado para entrar rapidamente no BIOS (Delete, F2, etc.). A qualidade de vídeo mantém-se estável a 1080p/60Hz ou 4K/30Hz, consoante a rede. À medida que a utilizava, dei por mim a manter quase sempre a definição em 1080p, pois normalmente só acedo à interface de terminal de qualquer forma.

Uma pequena queixa: ativar a transmissão de áudio ou do microfone exigiu, por vezes, uma reinicialização. É um pormenor, mas merece ser referido.

*Nota do editor: A versão 1.7 do firmware corrigiu este problema; os utilizadores podem agora reativar o som do microfone através de um atalho de teclado.

Suportes virtuais & transferências de ficheiros

Carregar imagens ISO e montá-las virtualmente funciona sem falhas. Nos meus testes, as transferências de ficheiros atingiram uma média de 23–29 MB/s, o que considero adequado para instalações remotas ou carregamento de correções.

A funcionalidade Virtual Media permite arrancar sistemas remotos como se tivessem uma unidade USB física ligada, ideal para instalar sistemas operativos ou efetuar operações de recuperação.

Comparação com outros KVMs remotos do mercado

O Comet Pro supera outros dispositivos KVM em quase todos os aspetos essenciais, oferecendo um CPU mais rápido, maior armazenamento interno, Wi-Fi 6 integrado e uma interface tátil reativa que simplifica a configuração e a gestão.

Como referido anteriormente, a GL.iNet também lançou uma variante PoE do Comet, concebida para quem dá prioridade à alimentação centralizada. No entanto, ao contrário do Comet Pro normal, a versão PoE não inclui o ecrã tátil nem conectividade de rede sem fios, pelo que terá de abdicar de alguma flexibilidade em troca dessa comodidade adicional.

A atenção ao detalhe, o foco na facilidade de utilização e a versatilidade de rede da GL.iNet dão uma vantagem clara ao Comet Pro. Parece um dispositivo concebido para a gestão remota no mundo real, e não apenas mais um aparelho com muitas especificações no papel.

O que verdadeiramente distingue a GL.iNet é a sua equipa de desenvolvimento ativa e atenta. Não se limitam a lançar um produto e a seguir em frente… interagem diretamente com os utilizadores em plataformas como Reddit, Discord e os seus fóruns oficiais, recolhendo opiniões e disponibilizando melhorias regularmente. Posso atestá-lo pessoalmente, pois tive a oportunidade de comunicar diretamente, em várias ocasiões, com os programadores e a equipa de marketing, e a sua capacidade de resposta e abertura às sugestões têm sido verdadeiramente impressionantes.

Este tipo de comunicação contínua e de aperfeiçoamento orientado pela comunidade inspira uma confiança genuína no ecossistema da GL.iNet e no suporte dos produtos a longo prazo.

Ponderar as vantagens e desvantagens

Vantagens

  • Controlo ao nível do BIOS (arranque a frio)
  • Configuração intuitiva através do ecrã tátil
  • Portas HDMI de tamanho normal e conjunto completo de acessórios
  • Suporte para Tailscale e 2FA para acesso remoto seguro
  • Baixo consumo de energia e pouca produção de calor
  • Conectividade sem fios
  • Possibilidade de ativar e utilizar o backend PiKVM (se preferir o estilo clássico)
  • Desenvolvimento contínuo do produto, disponibilizado através de atualizações de firmware

Desvantagens

  • Sem opção PoE (mesmo sendo uma versão PRO)
  • Sem ranhura Micro/SD nem acesso a armazenamento USB3 (seria uma adição útil)
  • Problemas ocasionais de restabelecimento da ligação do áudio/microfone (estou convencido de que estão a trabalhar nisso.)

O que seria útil (em futuras atualizações de firmware)

  • Suporte para identificação de VLANs que se mantenha após uma reinicialização
  • Integração adicional de acesso remoto seguro com ZeroTier e NetBird

Veredicto final

O GL-iNet Comet Pro (GL-RM10) encontra o equilíbrio ideal entre facilidade de utilização, segurança e controlo ao nível do hardware. O design simples, a interface LCD reativa e a integração com Tailscale tornam-no um dos dispositivos KVM sobre IP mais práticos que já testei.

Embora ainda esteja em fase beta, já cumpre no que importa: acesso fiável ao BIOS, transmissão sólida e conectividade estável.

Se já teve dificuldades em recuperar um sistema sem monitor ou gerir um servidor distante, esta é a ferramenta por que esperava.

*Nota do editor: O Comet Pro já está disponível para encomenda.

Nota

Esta é uma publicação de um convidado, o nosso amigo da Oztech Solutions. Pode consultar a publicação original e mais conteúdos seus aqui: https://oztechsolutions.au/gl-inet-comet-pro-review-a-new-contender-redefining-remote-kvm-control/


Sobre o autor

Larry, a força motriz da Oztech Solutions, está sediado em Liverpool, NSW (sudoeste de Sydney). Traz uma vasta experiência, com mais de 7 anos de trabalho prático em TI e uma década nas telecomunicações, prestando suporte a ambientes diversos, de hotéis e estruturas de cuidados a idosos a redes empresariais. Larry também contribuiu com informações valiosas para a GL.iNet através de testes beta de novos produtos. Saiba mais sobre a Oztech Solutions em https://oztechsolutions.au/about/.

About GL.iNet

Founded in 2010, GL.iNet is a leading provider of innovative routers and networking solutions. From compact travel routers to cutting-edge remote KVMs, GL.iNet delivers award-winning networking technology designed for performance and security.

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